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Preocupação Geral...
No Brasil em qualquer grande cidade a gente estende o braço e o taxi para para atender a gente. Mesmo com algumas deficiências o transporte coletivo avançou em algumas cidades com a chegada do metrô. Alugar um carro no Rio, Salvador, São Paulo, Curitiba etc é muito fácil. Agora no momento em que a gente começa a viver a Copa da África do Sul 2010, a preocupação geral dos sul americanos que vão acompanhar o grande torneio é o transporte no País da Copa.
Em Joanesburgo por exemplo, onde 20% dos jogos serão realizados, tudo é longe. O transporte coletivo é um caos. Taxi só se telefonar antes. As vans que realizam transporte coletivo alternativo, não oferecem segurança. Comprar um pão na padaria a pé nem pensar, tudo é longe. Para minimizar o problema, o Comité Organizador da Copa lançou o BRT (Bus Rapid Transport) que são corredores de ônibus inspirados no modelo de Curitiba. Em pontos estratégicos eles vão tentar facilitar a locomoção dos torcedores que visitarão a cidade. Para quem está acostumado a andar de van, o sistema BRT é primeira classe de avião.
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Bastidores da Copa Coréia-Japão
A Copa do Mundo de 2002 surpreendeu ao mundo futebolístico pelo fato de dois países bancarem a sua realização. Foi a Copa Coréia-Japão, onde a Ràdio Sociedade marcou presença, com uma cobertura diferente, feita por profissionais como este que escreve e Antônio Vieira, com transmissões simultâneas, diretamente das cidades coreanas e japonesas.
A final foi em Yokohama no Japão, com a presença de um bom número de brasileiros residentes naquela belíssima cidade. O Brasil ganhou da Alemanha e trouxe para casa o hexa. 2x0 foi o placar final, com direito a show de bola do Ronaldo Fenômeno.
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Pressões exteriores
1998 o desastre em terras francesas. No estádio Saint Denis, nos arredores de Paris, perdemos feio para a seleção da casa, depois de uma convulsão de Ronaldo Fenômeno e um enrola-enrola danado para escalar o atleta antes de a bola rolar. O cotado para jogar era Edmundo, mas pressões exteriores botaram Ronaldo no jogo, sem a mínima condição de atuar. E deu no que deu. O placar de 3x0 ficou de bom tamanho, pois o Brasil não entrou em campo naquele jogo. O bom mesmo foi curtir a festa francesa na Avenida Champs Elisée.
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É Tetra!
Na Copa de 1994, eu estava entrando na Rádio Sociedade e fiquei de fora da cobertura por que era calouro na equipe. Foi à única Copa desde 1978 em diante, que não assisti ao vivo no país sede. Deu Brasil nos pênaltis contra a Itália, deixando o jogador italiano Baggio em situação difícil com a torcida, tanto assim, que ele não voltou para o seu país após o término da Copa. Foi passear nas Bahamas e, só voltou para casa 15 dias após o Brasil ter conquistado o título. Essa foi a Copa da consagração da dupla Bebeto-Romário na Seleção Brasileira.
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Água sem vergonha
1990 na Copa da Itália, país campeão: Alemanha. O Brasil saiu na fase seguinte a de classificação, no jogo da água sem vergonha que os argentinos deram ao lateral Branco, o que fez com que esse jogador ficasse bombardeado dentro de campo. Perdemos por 1 x 0 com gol de Caniggia para os “hermanos”. O consolo brasileiro: eles também foram eliminados.
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Tensão nas penalidades
21 de junho de 1986, Copa do México, a Seleção Brasileira volta para casa mais cedo. Depois de um empate em 1x1, no tempo normal, com a França, os craques canarinhos passaram por momentos de tensão, assi como a torcida. Mas, infelizmente, fomos derrotados nas cobranças de pênaltis, com Sócrates e Julio César perdendo para o Brasil, além de uma bola que atingiu a trave e depois as costas de Carlos, goleiro brasileiro, caindo no fundo da rede. No final a desclassificação dolorosa com Amoros batendo o pênalti que classificou os franceses. O Campeão naquele ano foi o selecionado argentino.
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O Desastre de Sarriá
Você se lembra do “desastre” do Sarriá? Eu estava lá ao vivo. Era minha segunda Copa como locutor de rádio. Sarriá era o nome do estádio em Barcelona, cidade importante da Espanha, país que sediou a Copa em 1982. Transmiti o primeiro tempo para a rádio Clube de Salvador e, no segundo tempo fiquei sofrendo na Tribuna de Imprensa do estádio Sarriá, ao lado dos companheiros brasileiros. Paolo Rossi da Itália foi o nosso carrasco. Perdemos por 3x2. O pior foi ver os italianos tirando “sarro” no Sarriá com a torcida brasileira. Foi a melhor seleção que vi atuar, depois daquela que conquistou o tri-campeonato. Batista, Zico, Falcão, Sócrates e Júnior, entre outras feras. Foi uma pena.
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1978: Copa da maracutaia hermana
1978 foi a Copa da sujeira na Argentina. Lembram-se da partida da seleção hermana do Peru contra os argentinos? Deixamos o torneio pelo saldo de gols, já que os peruanos abriram o jogo para os argentinos, que enfiaram seis gols nos patetas, desclassificando o Brasil. Um detalhe: não perdemos para selecionado nenhum nesta Copa, entretanto não ficamos com o título em virtude da cruzeta peruana. Nesta Copa o treinador era Cláudio Coutinho e, segundo a história, fomos campeões morais.
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Adios hermanos!
Copa de 1974 na Alemanha. Os donos da casa se consagraram campeões. Após o tri em 70, o combinado brasileiro saiu na segunda fase, perdendo para a famosa Holanda, batizada de carrossel holandês. O bom mesmo nesta Copa foi ganhar da Argentina por 2x1, mandando os hermanitos para casa mais cedo.
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O ano do Tri
1970. Ano de ouro para o futebol brasileiro. Ganhamos o tão sonhado tri-campeonato no México. O adversário da final foi o selecionado da Itália. Enfiamos um singelo 4x1 neles. Jairzinho foi o artilheiro com sete gols, e Pelé o vice artilheiro da Copa com três gols.
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