Depois de mais uma pesquisa que aponta a vitória no primeiro turno, o candidato a reeleição Jaques Wagner (PT) relatou como andam as obras da atual gestão do governo e os projetos para os próximos quatros anos, caso seja eleito.
“Estamos terminando de construir cinco hospitais. Inauguramos trezentos e cinquenta novos postos de saúde para família, duplicamos a BA-096 e estamos com uma obra para a aumentar o Porto de Salvador. Estou pensando na Bahia de hoje, amanhã e do futuro”, garantiu em entrevista ao apresentador José Eduardo, no programa do Bocão na Rádio Sociedade, nesta quinta-feira (29).
Wagner garantiu que o assunto segurança pública será o tema principal dos adversários, mas que ele está pronto para tratar do assunto. “O problema não é só de Salvador. É uma questão mundial. Se você for olhar, nós temos a questão do tráfico de drogas que atingem 70% dos crimes, principalmente com o uso do crack. Mas, o governo está colocando o seu planejamento em prática. São quase 6.000 novos policiais, em 4 anos, renovamos a frota da polícia, estamos comprando carros novos, trocando coletes e vamos construir mais dois novos presídios. Um feminino e outro para tratar dos jovens.”
Sobre as obras da Fonte Nova, o governador está bem confiante. “Não poderíamos deixar o estádio virar um elefante branco. Por isso a decisão de derrubá-lo e construir outro no local. Eu garanto as pessoas que o projeto já tem todas as licenças e está muito bonito. Entre janeiro e fevereiro de 2013, a Fonte Nova já deverá ser entregue.”
Questionado sobre a ponte que vai ligar Salvador à Ilha de Itaparica, Jaques Wagner pediu um pouco de calma. “Salvador não tem mais para onde crescer. Precisamos fazer a ilha evoluir e isso não é da noite para o dia. Serão três anos de construção, com 12 km de extensão, por isso usaremos da calma. Além de todos os projetos que serão apresentados até novembro, o estudo será diferenciado com técnicas de fora e é uma forma de expandir o oeste do estado.”
Ao falar sobre a sucessão governamental, Wagner foi direto. “Espero vencer no primeiro turno, mas se houver segundo, quem vai escolher o adversário será o povo. Eu só não posso e não vou ficar parado esperando as eleições. Estou viajando muito, sou candidato, sou governador e, por isso, não posso ficar parado. E todos os debates em televisões ou emissoras de rádio, eu vou comparecer”, concluiu o governador do estado.