|
Nova pesquisa confirma Dilma à frente de Serra
Do R7
Pesquisa Ibope divulgada na noite desta sexta-feira (30) mostra a petista Dilma Rousseff cinco pontos à frente do tucano José Serra na disputa pela Presidência. De acordo com o levantamento, encomendado pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo, Dilma tem agora 39%, contra 34% de Serra.
A senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, candidata do PV, aparece com 7% das preferências do eleitorado, no terceiro lugar. Os votos brancos e nulos somam 7% do total. Outros 12% disseram que ainda não sabem em quem vão votar.
Na semana passada, outros dois levantamentos haviam mostrado quadros diferentes. O Vox Populi, divulgado na sexta (23), atribuiu a Dilma 41% das intenções de voto, contra 33% de Serra. Já o Datafolha, que saiu um dia depois, mostrou empate técnico: 37% para o candidato do PSDB e 36% para a petista.
Na pesquisa Ibope de hoje, Plínio Arruda Sampaio (PSOL), José Maria Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU) não alcançaram nem 1% das intenções de voto.
O instituto ouviu 2.506 pessoas entre os dias 26 e 29 deste mês, e a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número 20809/2010.
Na simulação do segundo turno, o placar seria de 46% a 40% a favor de Dilma. Neste caso, votos brancos e nulos chegam a 6%, e os indecisos são 8%.
O levantamento mostra também que José Serra tem o maior índice de rejeição, de 24%. Outros 19% afirmaram que não votariam em Dilma e 13% não optariam por Marina Silva.
Na última pesquisa Ibope, divulgada no início do mês e encomendada pela Associação Comercial de São Paulo, Serra e Dilma apareciam com 39% das intenções de voto e Marina tinha 10% quando apenas os principais candidatos eram levados em conta.
No cenário que incluía os demais postulantes, como ocorre na pesquisa apresentada hoje, o empate entre a petista e o tucano se repetia, mas em 36%.
|
|
|
Começa neste sábado campanha para esclarecer eleitor sobre as eleições
Informar e conscientizar o eleitor sobre o voto e mostrar a importância de sua participação no processo eleitoral. Este é o objetivo da campanha lançada nesta sexta-feira (30) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que conta com o apoio de 26 vídeos simples, mas didáticos, para orientar o eleitor na hora de votar.
O primeiro vídeo será veiculado em rede nacional de rádio e TV amanhã (31), a partir das 20h30. Os demais serão exibidos diariamente até 3 de outubro, dia do pleito. A legislação eleitoral prevê que as emissoras, que funcionam em regime de concessão pública, disponibilizem até dez minutos diários para veiculação de informações importantes sobre o processo eleitoral.
Segundo o presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, os vídeos têm o objetivo de informar o eleitor sobre pontos importantes que ainda não são de conhecimento geral. Ele cita, como exemplo, uma mudança na legislação eleitoral no ano passado, que determinou que o eleitor se apresente no local de votação com o título de eleitor e carteira de identidade com foto. O presidente do TSE ainda lembrou que o título pode ser pedido nos cartórios eleitorais ate dia 23 de setembro.
Outro aspecto que será tratado em um dos vídeos é que, pela primeira vez nas eleições brasileiras, o eleitor que estará fora de seu domicílio eleitoral no dia de votação poderá escolher presidente e vice, desde que esteja em qualquer outra capital brasileira. Para isso, basta comunicar que votará em trânsito no cartório eleitoral da cidade onde reside.
Horário e locais de votação, forma como eleitor deve digitar o voto, segurança das urnas e do sistema de apuração de votos e a ordem de votação são outros pontos abordados na campanha. “Também enfatizaremos a importância do voto consciente, que o eleitor não venda seu voto, que ele pesquise os antecedentes de seus candidatos e se informe acerca das ideias e programas daqueles que concorrem às eleições”, disse Lewandowski.
Fonte: Agência Brasil
|
|
|
Marina afirma que tem compromisso 'visceral' com a educação
A candidata do Partido Verde (PV) à Presidência da República, Marina Silva, disse hoje (30) que tem um compromisso “visceral” com a educação. “Sem a educação eu não estaria aqui, não teria a chance de me candidatar à Presidência da República”. A declaração foi feita durante encontro com a comunidade científica, além de professores e estudantes, na 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), na capital potiguar.
Ao falar de ciência e tecnologia, Marina Silva não apresentou metas ou propostas concretas, mas fez questão de ressaltar que a melhoria do ensino básico é o caminho para aprimorar a produção científica brasileira. Ela apontou avanços do governo Lula no setor, porém declarou que os grandes desafios do Brasil, no futuro – as mudanças climáticas e a preservação da biodiversidade –, foram deixados de lado.
A candidata do PV voltou a propor o crescimento do país “integrado” com a proteção ambiental. Segundo ela, o Brasil já dispõe de tecnologia capaz de aumentar a produtividade sem agredir o meio ambiente. “Podemos dobrar nossa produção sem derrubar um pé de mato. Parece estranho. O conhecimento já existe principalmente para a produção de gado. Na Amazônia, uma cabeça de boi por metro quadrado, é possível produzir duas com as tecnologias disponíveis”, disse.
O presidente da SBPC, Marco Antônio Raupp, entregou à candidata um documento com as principais reivindicações da comunidade científica. O mesmo ocorreu na última quarta-feira (28), quando a candidata do PT, Dilma Rousseff, esteve na reunião.
Fonte: Agência Brasil
|
|
|
Justiça obriga Governo a retirar matérias de sites institucionais
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) exigiu a retirada de duas matérias veiculadas pelo Governo do Estado, uma no site do Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba) e a outra no portal da Assessoria Geral de Comunicação do Governo do Estado (AGECOM) por terem “cunho eleitoreiro” em período proibido pela Lei Eleitoral.
As decisões foram determinadas pelo juiz Wanderley Gomes que estipulou ainda multa diária de R$ 2 mil caso a publicação não seja suspensa no prazo de cinco dias a contar da data da decisão (27/07). As representações contra Jaques Wagner foram movidas pela coligação “A Bahia Tem Pressa” que se baseou na resolução do TSE de nº 23.191/2010.
|
|
|
Dilma critica campanha de Serra durante comício
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, criticou a campanha de seu adversário José Serra (PSDB). Ao participar de um comício em Porto Alegre, Dilma disse que o PSDB e o DEM atacaram o Programa Universidade para Todos (ProUni) e criticaram o Bolsa Família, dois dos principais programas do atual governo.
- Hoje, meu adversário defende a educação de qualidade e o Prouni. Mas quando nós lançamos o programa, o partido dele e do vice dele foram os primeiros a querer que decretar a ilegalidade do Prouni.
Dilma voltou a evocar o voto feminino.
- Eu vou ser a primeira presidenta mulher desse país e as mulheres brasileiras e gaúchas sabem que o Brasil está preparadíssimo para ser governado por uma mulher. Não é por conta das inumeráveis heroínas que esse país teve, é por causa de milhões de mulheres anônimas que cuidam de suas casa, de seus lares, que apóiam seus filhos.
Em um palanque que contou com dissidência da base da candidatura peemedebista ao governo do Rio Grande do Sul, Dilma reuniu cerca de 12 mil pessoas no ginásio Gigantinho, em Porto Alegre. Dilma entrou no palco acompanhada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do senador Paulo Paim (PT), candidato à reeleição, do ex-ministro Tarso Genro, candidato do PT ao governo do estado e dos ex-governadores Olívio Dutra (PT) e Alceu Collares (PDT).
Collares representa a dissidência do PDT, porque apóia Dilma que foi sua secretária de Fazenda, quando ele era prefeito de Porto Alegre, na década de 80, enquanto o PDT apóia a candidatura de José Fogaça (PMDB) ao Palácio do Piratini, sede do Governo gaúcho.
A campanha de Dilma tem procurado adaptar a agenda da candidata nos finais de semana à do presidente Lula. Antes de participar do comício, Lula cumpriu compromissos oficiais em Porto Alegre e em Santa Cruz do Sul, município da região central, de colonização alemã e grande produtor de fumo.
Esse é o terceiro comício de Dilma com a presença de Lula. O primeiro foi na Cinelândia, centro do Rio de Janeiro, com a presença de cerca de 15 mil pessoas. Na semana passada, Lula esteve ao lado de Dilma, em Garanhuns (PE), cidade onde nasceu, na Zona da Mata pernambucana. O comício em Garanhuns contou com a presença de cerca de 3 mil pessoas. Nos próximos dias Lula estará ao lado de Dilma em Curitiba e Belo Horizonte.
Com informações do R7
|
|
|
Terceirizações crescem 40% na gestão de Serra em SP
Enquanto o candidato José Serra (PSDB) torna a crítica ao inchaço da máquina pública e o loteamento de cargos no governo federal uma das bandeiras de campanha, a administração do tucano em São Paulo teve como uma de suas marcas as terceirizações. De acordo com dados do Sisgeo (sistema de gerenciamento do orçamento paulista), despesas com contratações de serviços que poderiam ser feitos por servidores do governo, mas foram repassados a terceiros, como limpeza, segurança, vigilância, além de repasses a entidades conveniadas, cresceram 40% de 2006 a 2009.
Questionado sobre as tercerizações, em sabatina ao R7, na última quinta-feira, o candidato tucano negou demissões se for eleito e disse que vai combater o inchaço da máquina acabando com desperdícios. Ele admitiu que na esfera federal há funcionários demais, mas aponta que o problema está nos cargos comissionados (que não precisam de concursos), e não nos funcionários públicos. Quando governou São Paulo, Serra afirmou que abriu 110 mil vagas em concursos no Estado.
Essa marca da administração tucana de optar por repassar a terceiros funções que antes eram exercidas pelo Estado foi sentida logo que Serra sentou na cadeira de governador, em 2007. Em seu segundo dia de mandato, o tucano assinou um decreto determinando o enxugamento em 15% os gastos com funcionários em cargos de comissão ou função de confiança. Atualmente, dos quase 450 mil funcionários do governo, apenas 6.239 (1,4%) são comissionados.
Já o gasto com terceirizações só cresceu. Em 2006 – último ano da gestão de Geraldo Alckmin (PSDB) – o governo gastou R$ 7,95 bilhões. No ano seguinte, primeiro de Serra no Palácio dos Bandeirantes, o valor saltou para R$ 8,53 bilhões, com altas sucessivas nos anos seguintes: R$ 9,61 bilhões em 2008 e R$ 10,26 bilhões em 2009. Serra deixou o governo em abril deste ano para disputar a Presidência.
Para fazer o cálculo, foram considerados todos os serviços que seriam de responsabilidade do Estado e que ele paga alguém (empresas) para fazer. Além dos serviços já citados, também entram na conta repasses a organizações sociais, como as que administram hospitais públicos, a entidades de assistência a presos e também as terceirizações de leitos, ou seja, quando o governo paga uma espécie de aluguel a um hospital privado por internações de pacientes.
Solicitado pelo R7, o governo não informou um valor oficial destes gastos e nem quantos empregados terceirizados prestam serviço para o Estado atualmente. A assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Gestão afirma não haver um controle, pois as contratações são referentes a serviços e quem decide se vai usar uma ou cem pessoas para realizá-los são as próprias empresas contratadas.
Governo federal
Em eventual vitória em outubro, Serra, porém, não deve encontrar obstáculos caso queira adotar seu modo de administrar no governo federal. De acordo com Jorge Kayano, pesquisador do Instituto Pólis, as terceirizações, embora criticadas, são cada vez mais adotadas como forma de gestão.
- Há toda uma polêmica em cima de modelos de gestão, mas, no fundo, a procura é por modelos que sejam alternativos ao modelo da administração direta, que é considerado ultrapassado, mas ao mesmo tempo ainda é dominante na administração pública.
Professor de gestão pública da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Carlos Raul Etulain diz que a terceirização da administração pública é uma alternativa viável para suprir demandas sociais que o Estado não dá conta, mas que é preciso tomar cuidado.
- Essas alternativas, desde que sejam transparentes e bem geridas, são viáveis. Mas é importante lembrar que não existe só um modelo, mas vários que vão se adaptando de acordo com as necessidades de cada setor e de cada demanda. Entretanto, em todos devem ser exigidos a transparência, única forma de se evitar a corrupção.
O problema, ressalta Kayano, é que repassar serviços essenciais à população para a iniciativa privada, como o atendimento na saúde, representa um reconhecimento de que o Estado é incapaz de realizar aquele tipo de serviço.
- O autoreconhecimento de falência ou incapacidade de gestão é um problema do ponto de vista da administração publica, porque se alguém reconhece a sua incapacidade, nem deveria estar lá.
Com informações do R7
|
|
|
Lula diz vai participar todos os dias do programa de TV de Dilma
Ao participar do comício da candidata petista à Presidência da República, Dilma Rousseff, em Porto Alegre, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou que os opositores não vão conseguir tirá-lo da campanha. Lula reclamou do que ele chamou de tentativas de afastá-lo do palanque e disse que estará “todos os dias” no programa de televisão de Dilma.
“Eles vão ter que ver a minha cara todos os dias na televisão, pedindo voto para minha companheira Dilma Rousseff. Quero lembrar a vocês que isso que fizemos aqui [comício] é apenas o embrião do que vai ocorrer na campanha. A campanha está começando agora e espero voltar aqui mais vezes”, disse Lula.
Lula disse ainda que “os capitalistas” brasileiros nunca souberam conduzir a economia do país. “A elite não sabia o que era capitalismo. Precisou que um metalúrgico socialista chegasse ao poder para ensinar a fazer capitalismo neste país. Nós dissemos para o FMI [Fundo Monetário Internacional] que estávamos cansados de gritar fora FMI. Devolvemos US$ 16 bilhões para eles e hoje eles nos devem US$ 14 bilhões que nós emprestamos para ajudar a salvar da crise as economias dos Estados Unidos e da Europa”.
“A mesma elite que levou Getúlio Vargas a dar um tiro no coração, matou Jânio Quadros e fez João Goulart renunciar. Eu disse a essa elite que eu não estarei no gabinete lendo o jornal deles, mas na rua, com o povo brasileiro que vai decidir o destino desse país”.
O presidente disse que sempre acreditou que Dilma iria construir um leque de alianças até maior do que ele conseguiu reunir nas suas campanhas de 2002 e 2006. “Dilma tem apoio de todas as centrais sindicais, da União Nacional dos Estudantes (UNE), dos estudantes secundaristas, de todas as conferências e movimentos. Eu vejo que ela continua construindo esses apoios”.
Lula disse que o PT gaúcho deve continuar com a política de alianças. “O PT aqui começou a perder quando começou a adotar uma postura de autosuficiência e de pouca humildade. Estou alegre de ver o nosso querido Collares [ex-governador pelo PDT] fazendo campanha para a Dilma e para o Tarso Genro”.
Pela primeira vez, Lula discursou depois de Dilma, que se mostrou mais descontraída no comício em Porto Alegre do que em eventos anteriores de campanha. Lula também buscou valorizar a mulher e disse que quem sabe “gerar, parir e administrar” outro ser humano terá sensibilidade suficiente para conduzir o país. “Gerir esse país não pode ser apenas com a sabedoria da cabeça. Tem que misturar a sabedoria da cabeça com a sensibilidade do coração”.
Fonte: Agência Brasil
|
|
|
MP pede nova multa para Serra e PSDB
O Ministério Público (MP) entrou com mais uma ação contra o PSDB da Bahia e o candidato à Presidência da República, José Serra (PSDB). O orgão questiona que durante quatro participações em propaganda partidária, ambos feriram a legislação eleitoral.
Na denuncia, o orgão garante que Serra falava, durenta a propaganda, sobre drogas, falta de segurança, programas assistencialistas de uma maneira não permitida pela lei. Como punição, o MP exige uma multa máximo no valor de R$ 25 mil ao partido e ao candidato da legenda.
|
|
|
Partidos e coligações desrespeitam cota mínima de mulheres
Das 130 coligações e partidos que inscreveram candidatos para concorrer à Câmara dos Deputados, 103 registraram menos de 30% de mulheres. Em pelo menos três situações, a quantidade de mulheres registradas pela legenda foi nula. O partido que proporcionalmente registrou mais candidatas a deputada federal foi o PCO, quatro entre os oito concorrentes.
Uma alteração na Lei Eleitoral no ano passado determinou que os partidos ou coligações registrem, no mínimo, 30% dos candidatos a deputados federais, estaduais e distritais do sexo que se apresente como minoritário. Apesar de não citar as mulheres, o artigo foi incluído para incentivar a participação feminina na política brasileira. Mesmo assim, nas eleições deste ano, há quatro mais vezes homens que mulheres disputando uma vaga.
Entre os partidos que concorrem com candidatos próprios à Câmara dos Deputados com mais de um postulante inscrito, o que mais desrespeitou a lei foi o DEM, com a média de 94,7% de homens entre seus 19 candidatos, seguido pelo PCB, com 92,8% do sexo masculino, entre os 28 concorrentes. Depois do PCO, o partido mais “feminino” na disputa por uma vaga na Câmara é o PSDB, com oito de seus 25 candidatos do sexo feminino (média de 32%).
Uma das brechas deixadas pela lei é que não há um limite mínimo de registros para o qual a regra comece a valer. Logo, se um partido ou coligação tem apenas um candidato, já estaria fora da norma, por ter 100% de representantes do sexo majoritário. É o caso do PRP, que tem apenas um homem inscrito na disputa a uma vaga na Câmara dos Deputados, e do PRTB/P-SOL, que tem apenas uma mulher como candidata.
Além disso, a lei não determina qual será a punição, caso não seja seguida. “Muitos não estão seguindo justamente por esse motivo. O legislador fez a lei, mas acabou não criando esse mecanismo de controle”, explica o ministro Henrique Neves, do Tribunal Superior Eleitoral.
Segundo o ministro, caberá à Justiça Eleitoral interpretar a lei nos casos concretos que chegarem a julgamento. Neves acredita que a medida mais drástica que poderia ser adotada é o indeferimento do registro de todos os candidatos do partido ou coligação que não apresentar a porcentagem mínima de registro do sexo minoritário.
Fonte: Agência Brasil
|
|
|
Candidatos do PSOL criticam política ambiental do governo Lula
Em nota divulgada nesta quinta-feira (29), o candidato a deputado estadual pelo PSOL, Hilton Coelho, afirmou que o governo federal e os partidos governistas devem dizer de que lado estão, "se em defesa do meio ambiente, da agricultura familiar e dos povos indígenas ou do lado dos grandes latifundiários. Um exemplo de entreguismo é o novo projeto do Código Florestal, que tramita no Congresso Nacional, de autoria do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP)", protesta.
Hamilton Assis, candidato a vice-presidente na chapa de Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), manifestou também sua preocupação com o que chamou de "submissão do governo aos latifundiários". Para ele, um exemplo é o que ocorre em Roraima na questão da demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol.
"Chegou-se até mesmo a divulgar que a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) tinha um relatório sobre formação de milícias armadas e pretensões de criar uma nação indígena independente no Brasil. O governo federal nem ao menos se deu ao trabalho de desmentir de forma pública essa notícia. Mais uma omissão diante das necessidades dos povos indígenas", critica.
|
|
|
|