Dinheiro x Resultado

A diretoria do Bahia segue em busca de um novo treinador para a equipe, após a demissão de Alexandre Gallo. Nelsinho Baptista e Geninho já disseram não ao tricolor, porém as especulações continuam.

Agora uma dúvida paira sobre a diretoria, contratar um técnico de nome com salários altíssimos ou apostar em um comandante menos rodado e financeiramente mais “agradável”. A cartolagem do Esquadrão de Aço continua em busca do homem que terá a missão de colocar o Bahia no lugar que merece, a elite do futebol nacional.

Com uma folha salarial girando em torno de R$ 1 milhão, o Bahia não tem condições de arcar com salários milionários, mas como já foi feito antes, pode dar um passo maior que a perna. O Bahia deveria aprender com os erros de outros times, veja o caso do Palmeiras, que mesmo sem ter condições, contratou Vanderley Luxembrugo e sua equipe de auxiliares, formando a comissão técnica mais cara da América Latina, cerca de R$ 1 milhão mensais. Mesmo com um dos técnicos mais prestigiados do país, o alviverde conquistou apenas um Campeonato Paulista.

E você torcedor, acha que o técnico deve ser de ponta ou vale a pena apostar em nomes mais baratos? Deixe seu comentário!


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A vingança tarda mas não falha

O golaço marcado por Daniel Alves na partida da última quinta-feira (2), contra a África do Sul, foi motivo de festa para toda a torcida brasileira. A cobrança de falta aos 42 minutos, que surpreendeu o goleiro Khone, levou o Brasil para a final da Copa das Confederações, que será disputada contra os EUA, neste domingo (28).

O lance, no entanto, teve um gosto todo especial para o lateral da Seleção Brasileira. O gol sobre a África do Sul significou a concretização da vingança contra o técnico Joel Santana, treinador que não acreditava no futebol de Daniel ainda nos tempos de Bahia, entre os anos de 1999 e 2000.

Na época, Joel Santana sequer escalava o jovem lateral juazeirense para as partidas, apesar de muitos acreditarem no potencial do atual lateral titular do Barcelona. A situação só mudou quando Evaristo de Macedo assumiu o comando do Tricolor de Aço.

De preterido, Daniel Alves passou a destaque do time e logo foi negociado com o Sevilla, da Espanha. A última partida de Daniel Alves pelo Bahia foi em 2002, contra o Camaçari. O lateral da Seleção Brasileira atuou 25 vezes pelo time baiano e balançou as redes uma única vez.

É como diz uma antiga máxima, que também vale para o futebol: “A vingança é um prato que se come frio".


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Grandes clubes brasileiros sofrem com campeonato de pontos corridos

Qual grande clube do futebol brasileiro cairá este ano? A pergunta parece cruel, mas, desde de que o Campeonato Brasileiro passou a ser disputado em sistema de pontos corridos, no ano 2003, ao menos uma equipe tradicional do futebol nacional amarga o rebaixamento.

Foi assim em 2003, quando o Bahia e o Fortaleza desceram de divisão. Na época, a competição ainda era uma novidade, e a irregularidade foi o fator que mais pesou na campanha dos times nordestinos. Enquanto o Cruzeiro era campeão com mais de 100 pontos, e 13 de diferença para o Santos, segundo colocado, o Bahia e o Fortaleza ficavam com 46 e 49 pontos, respectivamente, em 46 jogos disputados.

No ano seguinte, foi a vez do Vitória e do Grêmio experimentarem o rebaixamento. Em 46 rodadas o time gaúcho ganhou apenas nove jogos e segurou a lanterna do campeonato. O Vitória venceu 13 jogos e também foi confirmado como um dos times de pior campanha de 2004.

Em 2005 o Coritiba e o Atlético-MG caíram, ambos com 13 triunfos em 42 jogos. O Galo Mineiro subiu no ano seguinte, mas ainda sim os torcedores tiveram de conviver um ano com a segunda divisão, considerada um pesadelo por vários clubes do país.

O ano de 2006 foi a vez do Santa Cruz e, novamente, do Fortaleza. Os dois clubes fizeram campanhas pífias. Os tricolores conquistaram 28 e 42 pontos, respectivamente e deixaram o Nordeste com apenas três representantes (Améria RN, Sport e Náutico) na primeira divisão.

Em 2007 o Corinthians caiu. O clube paulista não fez uma boa campanha e primou pela irregularidade. Na última rodada, se viu obrigado a vencer o Grêmio para não ser rebaixado, mas apenas empatou. Na época, a torcida presente no estádio emocionou o Brasil inteiro quando entoou o grito “Eu nunca vou te abandonar porque eu te amo”, mas nada adiantou, o clube já estava, pela primeira vez na história, na segunda divisão do Campeonato Brasileiro.

Em 2008 a história se repetiu. O Vasco, um dos maiores clubes cariocas, não conseguiu apresentar uma campanha regular e foi rebaixado. O clube cruzmaltino conquistou 11 vitórias de 38 possíveis e também caiu pela primeira vez. A Portuguesa, tradicional clube paulista, também foi rebaixada na temporada.

Este ano, até o momento vários clubes povoaram a zona de rebaixamento, mas dois insistem em permanecer nela desde o início do Campeonato Brasileiro. Coritiba e Atlético PR, dois grandes clubes brasileiros, ainda não empolgaram e sofrem com a inconstância do elenco. Outros clubes também oscilam na competição e são sérios candidatos ao rebaixamento. A bola ainda promete rolar muito em 2009, mas o desenho do campeonato já indica quem tem potencial para chegar ao título. Com a competição do jeito que está, qual grande clube cairá em 2009?


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Anti-Vitória ou Bahia?

 

A eliminação do Vitória da Copa do Brasil continua rendendo entre os torcedores tricolores. Após a perda do estadual para o rival, os torcedores do Esquadrão de Aço não deixam os torcedores rubro-negros sossegados desde a última quarta-feira (13), quando o Vasco goleou o Vitória por 4 a 0. Com a eliminação no Barradão, após o empate em 1 a 1, os tricolores não se deram de tanta alegria. Torcedor do Vitória passa o dia justificando a derrota e lembrando que o Bahia está na segunda.

Porém as brincadeiras chegaram até a base da 17ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), no Uruguai. No local onde deveria estar hasteada uma bandeira da Bahia, foi colocada uma bandeira do Vasco da Gama, o que causou revolta de militares e levou o governador da Bahia, Jaques Wagner, à exonerar o major da 17ª CIPM, Francisco César Cunha Bonfim. Ao comentar o caso, Wagner fez a seguinte declaração, criticando o major: “É incrível como o futebol mexe com as pessoas e imagine que ele é um ‘antivitória’ roxo, aí tive que substituí-lo . A paixão pelo futebol tira a cabeça das pessoas do lugar, e o Major fez uma bobagem”, concluiu.

E você acha que o governador agiu corretamente? O que já você já fez para tirar sarro de um torcedor rival? Deixe seu comentário.


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Final apimentada

Corro para atravessar o campo em meio a um dilúvio que atinge o Barradão, rubro-negros comemoram o título, enquanto os tricolores seguem para o vestiário. Mas alguns permanecem no meio campo, Marcelo, goleiro do Bahia, é um deles. De longe assisto uma confusão generalizada, pancadaria, repórteres são agredidos, jogadores pisoteados e outros entram de penetra na briga.

Porém, um policial, claramente despreparado, resolve agir. Antes mesmo de tentar separar a briga, o PM aponta um spray de pimenta e começa a disparar para todo lado. Muitos correm, jornalistas fecham os olhos e jogadores gritam de dor. Porém um deles se revolta. Em uma atitude descontrolada, com sangue quente, Jackson, meia do Vitória, pega uma barra de ferro e parte para cima do policial. Corro para fotografar o momento de fúria. Funcionários do Vitória tentam segurá-lo, mas não é preciso. O spray de pimenta faz efeito e o jogador é levado, berrando de dor, para o banco de reservas. Me posiciono e registro o lance, enquanto o atleta urra e se contorce, cada vez que a água bate em seus olhos, é um momento de aflição.

Algum tempo depois, a confusão termina. Policiais deixam o local como se nada tivesse acontecido, deixando o exemplo de seu despreparo estampado nos olhos de meia veterano. Vitória e Bahia deixam o gramado, de um lado os tricampeões com mérito e de outro um time com garra e que fez bonito na final do Baianão, porém não soube perder.


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Cobertura de Brail x Peru

Estádio magnífico, a altura do time que no ano passado foi campeão da Sul-Americana.

O Estádio do Beira Rio e a abertura do jogo. Dois espetáculos que podiam ser observados antes da bola rolar em Porto Alegre.

A Seleção entra em campo com o lateral Daniel Alves como titular. Esse tem a marca de qualidade "Made in Bahia".

 

"Emocionando, Toni Silva"

Renan Rocha transmitindo o jogo da seleção para os ouvintes da Rádio Sociedade. 

 

 Renan Rocha e Arnaldo Cesar Coelho. Bate bola com um dos maoires ábitros da história do futebol brasileiro.

A viagem de volta após um jogo morno, mas com placar dilatado (3x0).

Renan e Luis Fabiano, artilheiro que marcou dois gols na vitória do Brasil.

 

Após o jogo, o retorno para casa. E que venha o próximo, pois estaremos lá.


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Quem é o pai da criança?

Muito se fala que o Estádio Roberto Santos, o Pituaçu, pertence a A,B ou C. Tricolores que atualmente mandam seus jogos no estádio, clamam que a praça esportiva, carinhosamente apelidada por torcedores de Pituaço, é a nova casa do tricolor. Porém os rubro-negros que disputaram sua primeira partida em Pituaçu alegam que o estádio também é do Vitória, chamando o mesmo de Pitunegro.

Entretanto o problema não para por aí. O estádio pode ser configurado como terra de ninguém, pois sequer foi feita uma licitação para a construção. Segundo o governo, era um projeto emergencial.

Agora é sua vez de opinar! Você acha que Pituaçu é do povo, do Bahia, do Vitória ou do Governo. Será que o Estádio Roberto Santos é a casa do Bahia? E quando a Fonte Nova for reformada, como fica o Pitu...? Como diz o locutor show do Brasil: Quem é o pai da criança? Não deixe de comentar mais esta polêmica do Blog Bom de Bola!


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Frango Aviáfara?

O BaVi do último domingo teve todos os ingrediente de um grande jogo, nervos a flor da pele, desentendimentos entre os atletas, gols e falhas. Com um gol considerado contra por uns e a dúvida se Viáfara frangou no segundo gol.

A polêmica está no ar, O primeiro tento do Bahia foi contra? Viáfara frangou no segundo gol?Alguns dos torcedores criticam o goleiro, sendo que os mais exaltados chegam a pedir a cabeça do colombiano. Os mais “racionais” acreditam que foi uma infelicidade, que pode acontecer com qualquer goleiro. E você o que acha, Viáfara falhou? Teve gol contra? Deixe seu comentário para mais uma polêmica do site show de bola da 740 AM.


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O Bahia não é mais o mesmo?

O que todos imaginavam aconteceu. O candidato da situação para a presidência do Bahia venceu as eleições. Porém a dúvida fica no ar: Será que maracajá e Petrônio realmente deixam o clube? No anuncio feito pelo ex-presidente Petrônio Barradas, logo após a apuração, ele declarou que estaria deixando o Esporte Clube Bahia, tendo decidido o mesmo desde o inicio do mandato.

Sem dúvida Marcelo Guimarães Filho deu nova cara ao Bahia, com Paulo Carneiro e um ar mais jovem para o clube. Resta agora saber como irá agir o trio Maracajá, Petrônio e Marcelo Guimarães pai, continuísmo ou renovação? O que você acha? Expresse sua opinião e comente!


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Cadê a oposição?

Oito pessoas anunciaram que estavam dispostas a assumir o controle do Esporte Clube Bahia, se candidatando a presidência do tricolor. Entretanto o que se viu foi uma reunião de velhos amigos na fatídica quinta-feira (11), quando 193 conselheiros estiveram presentes na sede de praia do clube, para escolher o novo presidente do tricolor de aço, eleições estas apenas para cumprir tabela, pois todos sabiam o nome do novo mandatário, Marcelo Guimarães Filho, também único candidato a comparecer ao pleito.

Do lado de fora da sede, cerca de 20 torcedores protestavam contra as eleições, por não acharem que as mesmas eram democráticas e depositavam sua fé no candidato Fernando Jorge Carneiro. Porém mal sabem estes torcedores que o homem que anunciou ser o futuro do Bahia, sequer apareceu no dia em que foi definido o novo presidente.

Porque será que o candidato não apareceu ou mesmo os conselheiros que se diziam oposição ferrenha? Comente aqui no blog show de bola da Sociedade!


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Aqui neste espaço você vai acompanhar as principais notícias da Equipe Boa de Bola da Rádio Sociedade da Bahia. A Rádio de todas as Copas, que viaja pelo Brasil e mundo afora vai mostrar os bastidores do futebol e coisas que só a gente sabe. Esse blog é atualizado por Sílvio Mendes, Antônio Vieira, Martinho Lélis, Manoel Messias, Noel Tavares, Nilton Nogueira, Paulo Roberto, Raniere Alves, Renan Rocha, Ricardo Leone, Tony Carneiro, Toni Silva e José Lucas.







Você acha que a goleada do Bahia foi influenciada pelo fato de a diretoria ter pago os salários dois dias antes do jogo?
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